terça-feira, 27 de maio de 2008

Divinas Re-Concepções

Pronto para o renascimento... será? Quando todas as dúvidas permanecem inalteradas culpamos um karma indolente pedindo por novas drogas e bebidas (queridos amigos, não cresci!). Um tapa na cara. Bum! A moral do homem escorre pelo ralo como ratos indóceis capazes de atacar no momento em que se sentir acuado. Pedi por justiça, ninguém me perdoou, boca de lixeira - quem me deu a dica a se profanar em razões esguias e intoleráveis.
Sou meu próprio inimigo, o pior deles. Busco minha razão em coisas pequenas e só nelas encontro motivos para ir em frente, escrevendo, tocando, cantando, maldizendo uma (mal) criação, detestável criança que pintava cores em lugares proibidos, de vestes sujas e blasfemas. Quanta culpa em cima de órbitas lúdicas e desvairadas.
Queres um apreço virginal em forma de santidade desconsolada? Engana-se. Mais um copo. Visões de florestas aonde nunca serei convidado a acampar.